Investigação contra Giroto teve origem na família Miglioli

Denúncia dos parentes do atual secretário contribuiu com a prisão do ex-secretário de Obras

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Vistoria foi ordenada por Ednei Miglioli, sucessor de Giroto - Foto: Montagem

As denúncias de irregularidades na MS-171 e na MS-228, que levaram à prisão do ex-secretário de obras e deputado federal Edson Giroto e outros sete envolvidos nas investigações do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, foram feitas pelo irmão e pelo tio do atual secretário de obras do Estado, Ednei Miglioli.

Documento protocolado na Secretaria de Infraestrutura de Mato Grosso do Sul, no dia 10 de agosto deste ano, endereçado ao próprio secretário, advertia sobre supostas irregularidades nos serviços realizados na MS-171, do entroncamento com a BR-262 até a fazenda Fortaleza. Entre os denunciantes, Gilberty Miglioli, irmão do secretário, encabeça a lista, seguido por Odilson Nogueira, Miriam Alves Correa, Monica Alves Correa e Nilton Carvalho Silva Filho.

No mesmo dia, Edmur Miglioli, tio do secretário, protocolou também pedido de providências à Agesul para a continuidade das obras na linha de drenagem entre a chamada Vazante do Castelo e a Vazante do Mangabaú, em Corumbá. Junto a ele, Camilo Augusto Figueiredo Rocha, Luis Antonio Junior, Carlos Theodoro A. Juergielewick e Silvio Guarani também assinaram o documento.

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