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O DRAMA DOS REFUGIADOS

O assunto é relevante para todos nós humanos, que vivemos em sociedade

É preciso levar em conta, a promoção do bem comum, quando o assunto é “refugiados”. No artigo “O drama dos refugiados: caridade e responsabilidade”, dos escritores Franklin Ferreira, Thiago Vieira e Jean Regina, evidencia-se a preocupação com a verdadeira piedade, sem descartar a responsabilidade que deve estar presente nas medidas tomadas pelo governante, e dos nossos requerimentos enquanto cidadãos e cristãos.

Ainda, segundo informações do Comitê Nacional para os Refugiados, “o Brasil reconheceu, apenas em 2018, um total de 1.086 refugiados de diversas nacionalidades.” Com isso, o país atinge a marca de 11.231 pessoas reconhecidas como refugiadas pelo Estado brasileiro. Desse total, os sírios representam 36% da população refugiada com registro ativo no Brasil, seguidos dos congoleses, com 15%, e angolanos, com 9%.

Os autores entendem que “o assunto é relevante para todos nós humanos, que vivemos em sociedade.” Os desafios para o ministério pastoral no século XXI estão sempre à nossa porta, sendo um dos grandes problemas enfrentados pela sociedade moderna, o Drama dos Refugiados.

A portaria número 666, de 2019 do Ministro da Justiça, trouxe uma medida importante para o debate sobre a migração no Brasil. Verdadeiramente, uma ação equilibrada e prudente, para ser levada a sério por todos os brasileiros, em todos os confins da República.

Também o livro-texto da disciplina Ciências Humanas, da UniCesumar, segundo Zygmunt Bauman, trata desta saga, às páginas 188/193, abordando os aspectos sociais dos refugiados, como um todo e, especificamente, a respeito da sociedade líquida.

Relativamente à questão dos refugiados, a secretária Márcia Molina, da Assistência Social de Mundo Novo, informou via telefone que “o município de Mundo Novo não enfrenta problemas com refugiados, cuja demanda não chegou ainda até nós. Outras questões são enfrentadas, mas neste aspecto, não temos experiência.” Informa ainda a secretária que “em Tempo de Covid, certamente o acolhimento de refugiados seria natural, como tem sido com outros segmentos.”

Mantido contato, via telefone com o pastor Pedro de Santana, presidente da Assembleia de Deus, ele foi categórico em afirmar que “a questão dos refugiados deve ser levada muito a sério, do ponto de vista humano e cristão. A Denominação, embora reconheça a necessidade de um acolhimento digno a esses irmãos, não convive com o problema no dia a dia.” Acrescenta o líder religioso: “se o município tivesse que conviver com problema dos refugiados, a Igreja estaria apoiando a iniciativa, ajudando a minonar o problema social.”

fraseando textos bíblicos, notadamente no Livro de êxodo, já no começo, o leitor tem a primeira experiência de refugiados, com a ida de Israel para o Egito. Muitos episódios ali são narrados, incluindo a epopeia do legislador Moisés, tirado das águas e educado no reinado de Faraó. Viveu o povo hebreu naquela Terra por 430 anos, e como refugiados, (a Bíblia de Jerusalém informa que a estada dos israelitas no Egito durou quatrocentos e trinta anos) aprenderam a conviver com os egípcios, usufruindo de todas as “benesses”, e assim, integrados aos costumes ali praticados. As genealogias descritas nos três primeiros versículos de Êxodo falam de todas as “façanhas” do povo da Promessa em terras estranhas, como refugiados desde o primeiro momento.

Os refugiados são pessoas que saíram de maneira forçada de seus países para buscarem refúgio e uma oportunidade de restruturação de suas vidas em outros países. O que força a saída dessas pessoas de seus locais de origem são conflitos armados e conflitos políticos.

De acordo com a ONU, países em desenvolvimento, mesmo com poucos recursos, abrigam 86% dos refugiados de todo o mundo. Entretanto, esses países que não possuem recursos necessários para atender com qualidade a população nativa e apresentam um desafio para os seus abrigados, visto que eles não conseguem recursos para se manterem no país e acabam aceitando trabalhos perigosos e mal pagos, na economia informal, por problemas de documentação e concorrência com os habitantes locais.

Em pleno século XXI esses acontecimentos são noticiados na mídia por causa da nova dispersão de refugiados, pois o país de origem deles transmite ao mundo, cenas de guerra. Porém, esse não é o único problema enfrentado pelos expatriados, estes encontram discriminação, portas fechadas e falta de oportunidade no país de tentativa de asilo. Os países europeus que possuem mais condições de recepção dessa população, apresenta uma rígida política de migração, por conta de atentados provocados por islâmicos, além de outros fatos apresentados pelas autoridades.

(Cumprindo a atividade MAPA, aqui são abordadas as questões fundamentais sobre os refugiados, conforme as etapas enumeradas 1ª Etapa, 2ª Etapa, 3ª Etapa, 4ª Etapa e 5ª Etapa).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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