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É PRECISO PREPARO, DEDICAÇÃO, SENSIBILIDADE E VONTADE POLÍTICA

Para exercer funções públicas de gestão, é necessário que as pessoas possuam muito equilíbrio, sensibilidade, dedicação aos serviços sociais, além de preparo pessoal, vocação e muita vontade política. Planejar ações que possam reduzir custos administrativos, ampliar a abrangência das ações e potencializar os benefícios das políticas públicas. Elaborar projetos para obtenção de financiamentos em bancos públicos e privados, estabelecendo prioridades para investimento.

Além das qualidades pessoais, todo gestor público necessita aprender técnicas para implementar programas e projetos, planejar processos de licitação pública e promover o contato entre os organismos que promovem o bem estar das comunidades. O gestor precisa atuar na prestação de serviços para órgãos do governo, em atividades que interagem com o poder público ou em projetos de gestão compartilhada.

Dentre tantos afazeres, o gestor tem que estabelecer diretrizes para nortear programas e encaminhar soluções para resolver problemas de interlocução com os poderes Executivo, Legislativo e judiciário, com a meta de organização da sociedade nas mais diversas áreas como educação, saúde, transporte, assistência social, habitação, lazer, segurança pública e meio ambiente. É importante criar e executar programas especiais, gerenciar orçamento e implementar programas estratégicos de impacto.

Nenhum gestor público pode abrir mão de administrar bem os setores contábeis e orçamentários do órgão que dirige, seja na esfera municipal ou estadual, e dar total atenção a eles. Não pode abdicar do dever de realizar licitações e contratos administrativos com lisura, gerenciando a ligação entre empresas públicas e privadas, contando sempre com equipes de confiança e bem treinadas.

Para exercer as tarefas políticas e administrativas, o gestor público precisa ter um perfil político bem definido e muita sensibilidade pessoal. As gestões bem sucedidas passaram pelas qualificações aqui enumeradas. Na área de gestão municipal, não se pode omitir os nomes de Onevan de Matos e Euclides Fabris, que em seu tempo, cada um impactou a administração de Naviraí. Exemplos mais recentes estão em Iguatemi e Japorã, onde os mandatários José Roberto Arcoverde e Vanderlei Bispo, conseguiram implementar gestões satisfatórias. Na proporção, Japorã teve muito mais conquistas em toda a região.

Exemplo de fracasso e de gestão malsucedida está em Eldorado, embora a gestora possua boa formação acadêmica. Mundo Novo também tem uma gestão pífia e engessada, com investimentos equivocados e sem qualquer técnica de planejamento. O principal agente político não possui vontade política e fica distante dos principais problemas da cidade. No contexto de erros e acertos, o vice-prefeito teve que assumir o papel de mediador entre o poder executivo e as demais lideranças municipais.

Quando os agentes políticos fazem uma má gestão, toda a comunidade paga o preço. Isso geralmente ocorre pela absoluta falta de sensatez na hora de aplicar os recursos financeiros e principalmente pela ausência de uma assessoria competente e qualificada. Sem uma boa equipe não se faz gestão pública e aqui está o segredo de todos os administradores de sucesso, no Estado ou no País.

 

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