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PROVAS IRREFUTÁVEIS SOBRE O USO EFICAZ DE CLOROQUINA

UTI, respiradores e remédios caros são mais lucrativos, rendem muito dinheiro para políticos e laboratórios

De acordo com o contexto histórico, muito bem detalhado sobre a Cloroquina, eis aqui algumas informações advindas de profissionais da saúde, que podem ser analisadas à luz da ciência.

Estranhamente, a mídia mundial unanimemente, abriu campanha para criminalizar estes medicamentos, que só depois de séculos e décadas de bons serviços, passaram a ser descritos como ineficazes e mortais.

Ninguém pode, sob os pretextos da política e de interesses meramente pessoais, ignorar os efeitos das fórmulas medicamentosas com origem em QUININO, CLOROQUINA E HIDROXICLOROQUINA. É necessário que as pessoas tenham familiaridade com os produtos, que se ministrados, serão eficazes no tratamento da assustadora doença chamada de COVID-19, o Coronavírus Chiês.

O quinino tornou-se conhecido no Ocidente no Século XVI, levado para a Europa pelos jesuítas como remédio usado contra a malária para tratamento ou prevenção da doença. A maior absorção foi junto com os alimentos polvilhados sobre eles. Deu origem à água tônica de quinino, com doses menores no refrigerante, ao vinho quinado e ao gin tônica, criados pelo exército imperial britânico na conquista da Índia. Teriam sido derrotados pela malária caso não houvesse o quinino. Na segunda guerra mundial, os aliados sofreram com a falta dela, bloqueada pelos alemães e japoneses de Java e das Filipinas. Pela falta de Quirino, na campanha da África 600 mil soldados foram contaminados e 60 mil morreram de malária. Nas palavras do médico Nelson Lima, “o produto é ainda utilizado no tratamento de Plasmodium falciparum.” Nunca teve controle de venda, até o surgimento da pandemia COVID-19, quando França, Itália,Espanha, Brasil e outros governos recolheram das farmácias, regulando a necessidade de receituário.

Apesar da existência de estudos com o uso do coronavírus desde 2004 pelo Instituto REGA e das recomendações de trabalhos chineses, pelo Departamento de Ciências e Tecnologia de Guandong, em fevereiro deste ano, mostrando a eficácia do uso precoce e de resultados satisfatórios, em especial nas pessoas com pneumonia viral. Os trabalhos apontam a eficácia de seu uso, notadamente nas pesquisas do Dr. Didier Raoul em Marselha e do Dr. Vladimir Zelenko em Nova Iorque. 55% dos médicos italianos estão prescrevendo o remédio, bem como 70% dos médicos espanhóis.

O Brasil com o trabalho do “Prevenir Sênior”, nessa população aconteceu a redução de 70% de internações e óbitos, quando usado precocemente a Cloroquina com azitromicina  e zinco. Pelos relatos silenciosos, médicos, individualmente, assumiram o protagonismo, passando a se reunir em grupos de centenas, nas redes sociais, para estudar, divulgar, definir condutas e prescrever o medicamento. Isso está mudando, radicalmente, o conceito no tratamento de uma doença, até então “incurável”, cuja esperança era “entubar as pessoas’ e coloca-las em respiradores, de onde só 20% saem vivos. Estão acreditando na cura de uma virose com remédios baratos, seguros e disponíveis.

A Cloroquina, para substituir o quinino, pertencendo ao mesmo grupo, foi sintetizado em 1934 pelo grupo Bayer alemão e era arma secreta para suprir as tropas em área endêmica de malária. Amostras apreendidas pelos aliados e levadas aos EUA, levaram ao esforço que culminou com a síntese em 1946 por Surrey e Hammer da HIDROXICLOROQUINA, com menos efeitos colaterais e que foi homologada pelo FDA em 1955. Ambas fazem parte da lista de medicamentos essenciais da OMS como os medicamentos mais eficazes, seguros e fundamentais num sistema de saúde. Foi usada no Brasil na campanha de erradicação da malária pela SUCAM, quando agentes distribuíam largamente para as famílias contagiadas pela doença. As pessoas andavam com elas quando entravam nas matas.

Apontado pelo Governo Bolsonaro como o principal medicamento para o tratamento do coronavírus, a cloroquina ainda não teve sua eficiência comprovada por estudos científicos. O medicamento é usado para o tratamento da malária e doenças auto-imunes, como a artrite e o lúpus mas, a partir de estudos preliminares que indicavam que o remédio tinha potencial para combater a covid-19 em laboratório, além de outros estudos realizados com um número reduzido de pacientes, ele foi colocado por várias autoridades como uma cura para a doença. O médico Claudio Agualusa (CRM 52614933) traz informações importantes sobre a Cloroquina/Hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19.

Em Carta Aberta ao Presidente da República, o clamor de cientistas e acadêmicos brasileiros ao presidente Jair Messias Bolsonaro, defendendo o uso da hidroxicloroquina em pacientes de Covid-19, dizia assim: É chegada a hora da HIDROXICLOROQUINA. Errar é humano, Sr. Presidente, mas persistir no erro é falta de sabedoria.” E mais: “Há três semanas escrevemos uma carta ao ex-ministro da Saúde, Dr. Mandetta, sobre os estudos bastante robustos, e nossa posição favorável ao uso PRECOCE da HIDROXICLOROQUINA (HCQ) para os pacientes de Covid-19. Infelizmente, o ex-ministro hesitou, nada fez, e vidas podem ter sido perdidas.”

Para alguns entendidos, “Cloroquina é remédio barato, razão de sua recusa. UTI, respiradores e remédios caros são mais lucrativos, rendem muito dinheiro para políticos e laboratórios”. O silêncio neste momento dramático, e que servirá para atender indústrias que pretendem lançar no mercado vacinas que custarão milhões de dólares, só chegarão depois de milhares de mortos em todo o mundo. Enquanto isso, a Cloroquina é a solução para a cura da COVID-19. (JLA)

 

 

 

 

 

 

 

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