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O Sábado para o Judeu – Jesus e os Discípulos no Campo de Trigo

Jesus e seus discípulos viajam agora para o norte, em direção à Galileia. É primavera, e o cereal está maduro nos campos. Visto que estão com fome, os discípulos colhem algumas espigas e comem. Mas é sábado, e os fariseus observam o que eles estão fazendo. Faz pouco tempo que alguns judeus em Jerusalém, que queriam matar Jesus, o acusaram de violar o sábado. Agora os fariseus fazem a seguinte acusação: “Veja! Seus discípulos estão fazendo o que não é permitido fazer no sábado.” — Mateus 12:2.

Sábado significa descanso (schabat) e uma ordenança divina para o bem estar do homem envolvendo sua saúde e também para impedir a ganância. Todo feriado e festa judaica era chamado de sábado, não importando o dia em que caísse. Então, havia semanas que tinham dois ou até três sábados e em semanas como a da festa dos tabernáculos e dos pães asmos, todos os dias da semana eram chamados de sábado. Além disso, existiam meses e anos sabáticos estabelecidos pela lei judaica. Qualquer dia de descanso pode ser chamado de sábado. Para Deus mais importa que o homem O sirva, do que o dia que vai descansar, porque “o sábado existe por causa do homem e não o homem por causa do sábado”. Deus já havia avisado o fim do sábado há muito tempo dizendo: “Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas solenidades” (Ozéias 2.11). Esta profecia sobre o fim do sábado foi cumprida em Jesus, “o Senhor do sábado”, que não guardou o sábado da forma que os judeus queriam. Antes de saírem do Egito, o povo não guardava o sábado, assim como os patriarcas. Depois foi feita uma aliança entre Deus e Israel. O sábado foi como uma lembrança a Israel da libertação do Egito, quando o povo era escravo, mas depois se tornaram livres e poderia até descansar um dia na semana. Isso mostra que é exclusividade do povo judeu.

Se formos levar ao pé da letra, podemos interpretar que Deus também trabalhou no sétimo dia e depois descansou, pois “havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra da criação”. A questão da lei: A igreja cristã poderia manter o dia de descanso no sábado e servir a Jesus, porém se guardasse um só preceito da lei seria obrigada de todos os outros, e assim, estaria servindo a dois

O sábado no Novo Testamento – O sábado era um mandamento para os israelitas. No entanto, o Novo Testamento não diz que precisamos guardar o sábado. Jesus trabalhava no sábado, curando pessoas e pregando. Ele também não proibiu Seus discípulos de fazer algumas atividades no sábado. Na igreja primitiva, os apóstolos deixaram cada um seguir sua consciência sobre guardar ou não o sábado. Jesus explicou que o sábado foi criado como uma bênção, para nosso bem. O objetivo não era obedecer à regra a todo custo mas ter o direito a descansar e a desfrutar das bênçãos de Deus. Mesmo debaixo da Lei do Antigo Testamento, havia situações em que era aceitável não guardar o sábado.

Mais tarde, a igreja primitiva passou a se reunir ao domingo, que foi o dia quando Jesus ressuscitou. Entendendo a importância do descanso para a saúde física, mental e espiritual, os cristãos passaram a descansar no domingo. Para o cristão, ter um dia de descanso é um direito, não um dever. Jesus disse: “Está aqui quem é maior do que o Sábado” Jesus não pode Se contradizer.

 

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