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DISPARIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS A CANDIDATOS

Cada partido tem o seu ‘critério’, assim como os seus candidatos favoritos

Com o fim de informar e, ao mesmo tempo questionar a ‘disparidade’ na distribuição de recursos para a campanha eleitoral, aqui são mencionados dois candidatos do mesmo partido, o MDB, recebendo valores diferenciados de partidos, como consta no site do TSE, em “prestação de contas de candidatos às eleições de 2 de outubro”.

Renato Câmara é favorecido com a cifra de 320.000, (trezentos e vinte mil reais) entre doações do partido e outras; o candidato Américo Nicolatti, por sua vez, recebeu em doação, o valor de 65.240, (Sessenta e cinco mil e duzentos e quarenta reais).

Apenas um exemplo aqui, para levar aos leitores o que representa o Fundo Eleitoral, e como é feita a sua distribuição para os candidatos. Verificando o histórico de forma aleatória, de postulantes a cargos diferentes em todo o País e em todos os níveis, é possível ‘entender’ a falta de critério na maioria dos partidos, quando o assunto é “distribuição de recursos para a campanha deste ano.”

Os recursos autorizados, em alguns casos, são discrepantes, faltando coerência aos partidos que, de forma injusta contempla os seus candidatos, tanto na esfera estadual quanto nacional.

Os ‘presidenciáveis’, só para lembrar, estão recebendo valores exorbitantes, inclusive os candidatos inexpressivos como a dupla Simone e Soraya, respectivamente do MDB e UB. A quantia maior foi ‘abocanhada’ pelo candidato Lula, do PT, cujo montante até agora, é pouco mais de 90.000.000, (noventa milhões de reais).

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