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20/05/2024
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    OS CONFLITOS NAS RELAÇÕES HUMANAS

    Os conflitos nas ‘relações’ humanas são uma constante, onde a ‘presença’ é necessária. Cada ‘pessoa’ tem o seu jeito de ‘pensar’ e ‘avaliar’ as muitas circunstâncias no convívio social. Na Igreja, isso não é diferente. Para ‘elucidar’ melhor a questão dos ‘conflitos’, seria aconselhável recorrer aos relatos bíblicos, pelos quais, é possível entender a situação naquele tempo, quando já havia alguma ‘discordância’ entre os apóstolos Paulo e Pedro, e ainda com outros ‘companheiros’ de ministério.

    Então, diante desta informação basilar, fica ‘evidenciado’ que os ‘conflitos’ continuam no presente século, com novos ‘aspectos’, mas também com uma ‘gama’ de ferramentas modernas, que são colocadas à disposição dos líderes para o ‘encaminhamento’ de soluções práticas para os problemas que surgem, ainda hoje, nas ‘comunidades de fé’.

    Neste sentido, os autores têm ‘sugestões’ palpáveis que, colocadas em prática, servirão para ‘evitar’ os ‘conflitos’ recorrentes nas igrejas, que podem levar às ‘desavenças’, causando prejuízos irreparáveis para todos os fiéis. Uma ‘palavra’ de conciliação, aplicando a doutrina cristã e exercendo o amor, desaparecem os ‘conflitos’, e nova vida reinicia no grupo.

    O que fazer, na prática, para administrar suposto ‘conflito’ na comunidade espiritual?

    Diante de um ‘conflito’ declarado, é preciso que haja habilidade” do ‘dirigente’ (pastor) para acalmar os ‘ânimos’ dos grupos em conflito. Um ‘irmão’ deseja realizar uma coisa, mas a irmã quer que seja diferente.  É comum ‘acontecer’ desentendimentos entre líderes de grupo, por motivos banais. Quando há troca de ‘ofensas’, a situação pode ficar fora de controle, necessitando ‘urgente’ intervenção do presidente da Instituição religiosa, para ‘minimizar’ o problema e não ‘atrapalhar’ a celebração programada.

    Antes que o clima fique mais ‘pesado’, deixando perplexos os presentes, as decisões serão tomadas com sabedoria, para que a paz volte a reinar no ambiente espiritual. Em minha ótica de gestão de ‘conflitos’, apontaria três estratégias, após ouvir o conselho da igreja, para ‘resolver’ a questão, quais sejam:

    ‘Convocação’ dos líderes de grupos, numa sala à parte, para uma conversa amigável, dentro dos padrões bíblicos. Os ‘argumentos’ devem ser convincentes num momento tenso. O primeiro é que os ‘atritos’ precisam ser resolvidos, em detrimento da fé que cada um adquiriu. N a sequência, As ‘dúvidas’ precisam ser sanadas, em detrimento da presença de irmãos que não merecem esse tipo de comportamento. Por último, a comunidade de fé precisa dar ‘exemplo’ aos demais, na solução ‘conflitos’, a que todos estão sujeitos. Enfim, o ser humano possui a sua ‘individualidade’, podendo ela se manifestar nalgum momento inoportuno.

    Fundamental é, que o pastor/dirigente, munido de boa ‘dosagem’ teológica, possa ‘abraçar’ as partes, convidando cada líder para uma ‘oração conjunta’, para ‘dispersar’ todo e qualquer espírito de divisão reinante na comunidade.

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