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Após denúncia bombeiros encontram no Rio Paraná corpo em avançado estado de putrefação, no município de Naviraí

Militares do 6º Subgrupamento de Bombeiro Militar Independente (6º SGBM/Ind) de Naviraí, localizaram nesta sexta-feira (21), no Rio Paraná, o corpo de um homem  que estava em avançado estado de putrefação.

Segundo informações, na noite de quinta-feira, o  6º SGBM recebeu, por meio do aplicativo WhatsApp, um vídeo e diversos áudios, onde pescadores relatavam ter encontrado um possível corpo humano boiando no Rio Paraná, nas imediações da Ilha Nossa Senhora Aparecida, no município de Naviraí.

Na manhã desta sexta-feira, o fato foi informado à Polícia Civil de Naviraí que juntamente com uma guarnição dos bombeiros composta pelo 3º Sargento L. Santos e Cabo Yamakawa, deslocaram para o local onde os pescadores disseram ter visto o corpo.

Ao chegarem no local, foi realiza buscas na Ilha Nossa Senhora Aparecida, bem como em diversas outras daquela região. Entretanto, tal ação fora muito dificultada devido à ausência de informações mais detalhadas. Não havia telefone de contato dos pescadores que localizaram o corpo e tampouco de qualquer outra pessoa que soubesse do caso.

Após 6 horas de operação e a varredura de aproximadamente 15 quilômetros do Rio Paraná, os bombeiros conseguiram encontrar o corpo de um homem, que estava em avançado estado de putrefação, não sendo possível realizar qualquer tipo de identificação.

O cadáver foi entregue aos cuidados dos Policiais Civis para a realização da perícia e posteriormente à funerária para os procedimentos de praxe.

Ao retornar para a sede do6º SGB, os bombeiros relataram os fatos à imprensa local, e momentos depois receberam uma ligação, onde uma senhora dizia que seu tio se encontrava desaparecido no município de Porto Rico/PR, e as características da roupa que ele utilizava, quando a última pessoa o viu, confere com as vestes que foram encontradas junto ao cadáver.

Todas essas informações foram repassadas à Polícia Civil, que segue investigando o caso.

 

Fonte: Jornal do Conesul

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