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CEIFADA A VIDA DE UM JOVEM SONHADOR: RENAN QUERIA SER ENGENHEIRO

O jornalista Jandaia Caetano fez o relato do crime, ao mesmo tempo em que descreveu um pouco das qualidades do dedicado mundnovense

O crime aconteceu em Mundo Novo, na noite de segunda-feira, 13 de julho. Informações dão conta de que o assassino adentrou a residência e acabou alvejando a vítima, que tentava proteger sua mãe, que estava na mira do criminoso. O jornalista Jandaia Caetano fez o relato do crime, ao mesmo tempo em que descreveu um pouco das qualidades do dedicado mundnovense.

Por volta das 18h50, na segunda-feira, 13, um jovem mundonovense foi assassinado no bairro Copagril. Informações dão conta de que o assassino adentrou a residência e acabou alvejando a vítima. A dupla estava de moto e a reportagem apurou que um deles adentrou a residência e acabou entrando em luta corporal com um tio da vítima, que está sendo monitorado pela justiça, com tornozeleira eletrônica, tendo saído há pouco tempo da penitenciária.

O alvo acabou fugindo da residência (pulando o muro) e o assassino segurou uma tia da vítima. O jovem saiu do banheiro e foi defender a tia. Foi alvejado com um tiro no rosto. As autoridades da região já foram informadas e a polícia investiga e está na busca dos procurados. Segundo um investigador da Polícia Civil, o trabalho inicial aponta que o alvo era mesmo outra pessoa. Renan saiu com vida da residência, mas no transporte veio a óbito. Ele chegou por volta das 19h ao Hospital Bezerra de Menezes, já sem vida.

O jovem faria 19 anos em novembro e trabalhou como autônomo por mais de dois anos, vendendo salgados na rua. Em 2020 trabalhava em um escritório de arquitetura. O sonho de Renan era se formar em engenharia civil e em 2019 se formou no Ensino Médio.

Nesta noite de segunda ela tomou banho e iria jantar para fazer um ‘serão’ em um projeto com seu patrão. O jovem já havia trabalhado o dia inteiro no escritório.

A família informou que não foi a primeira vez que bandidos estiveram no quintal da residência a procura do tio da vítima. Estavam na casa a avó (que perdeu o marido há um ano), uma tia, um tio, a mãe e uma prima da vítima. A mãe é funcionária pública do município.

 

 

 

 

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