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Quem é quem no ministério de Mandetta, que Bolsonaro deve demitir

A maioria tem experiência em gestões estaduais e municipais ou governos anteriores

A crise em torno do coronavírus e a possibilidade de saída do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, jogou os holofotes na atual equipe da pasta.Dos sete secretários, quatro são médicos. A maioria tem experiência em gestões estaduais e municipais ou governos anteriores. Também há um enfermeiro epidemiologista, um administrador com foco em gestão hospitalar e um coronel do Exército.

Nesta quarta (15), um dos principais nomes da linha de frente do combate à pandemia, o secretário de vigilância em saúde, Wanderson Oliveira, pediu demissão em meio à possibilidade de exoneração de Mandetta. O pedido, porém, não foi aceito pelo ministro, que afirmou que ele continuará no cargo. “Vamos trabalhar juntos até o momento de sairmos juntos do Ministério da Saúde”, disse.

A declaração é uma tentativa de mostrar unidade em torno das decisões da saúde em meio à tentativa do Palácio do Planalto de alterar o comando da pasta.

Em coletiva, o secretário-executivo da pasta, João Gabbardo dos Reis, também disse que deixaria o cargo com a saída de Mandetta. Antes, porém, faria a transição para uma nova equipe. “Sabe como escolhi minha equipe? Foi pelo currículo do que cada um fez. Depois foi olhando no olho. Hoje não é uma equipe, é uma família”, afirmou Mandetta, acrescentando que já recusou pedidos para que demitisse parte de seus secretários ao longo da gestão. “Mas estamos juntos”, disse.

 

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