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O DESABAFO DE UM CAMPO-GRANDENSE

O cronista se queixa do desmando administrativo no estado e na prefeitura de Campo Grande

O DESABAFO DE UM CAMPO-GRANDENSE
(O texto carece de revisão ortográfica, além de pequenas correções de ordem gramatical)

Desculpe pelo palavreado, mas estou “p” da vida e, sem receios, assumo a liberdade, postura e autoridade de filho da terra, tipo aquele que não nega o orgulho de ter nascido em dois Estados, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e ter duas Capitais, Cuiabá e Campo Grande para ousar nesse breve texto.

Num tempo não muito distante ao ver realizado o sonho da divisão do Estado, fomentou-se a expectativa de desenvolvimento e que o Mato Grosso do Sul viesse a ser o celeiro do Centro Oeste e do Brasil. Alimentou-se, também, a esperança de que tinha tudo para dar certo, tanto para o Estado quanto para a Capital.

Renovo o pedido de desculpas aos que discordarem, mas a muito estou decepcionado com parte dos políticos que nos representam. Salvo raríssimas exceções.

Por conta da insatisfação e da impossibilidade de fazer algo que possa mudar, escrevo essas palavras e transfiro a eles a maior responsabilidade pelo fato de que nem tudo deu certo em nosso Estado e, principalmente em Campo Grande.

Assim o teria dado, se os governantes não fossem ambiciosos, inescrupulosos, egoístas, corruptos, mentirosos, mesquinhos, incompetentes e despreparados. Na sua maioria são eleitos pela força do dinheiro ou por hereditariedade.

Sendo assim, é justificável dizer que preocuparam-se em fazer suas vontades e a dos empresários financiadores de campanha, desde que tenham a aprovação dos caciques politicos que comandam as legendas partidárias, e, assim sendo, esquecem a obrigação de servir a população.

Não faço rodeios e nem temo pelas palavras duras e criticas em relação aos políticos dos últimos 40 anos. Pois contra fatos não existe argumentos, em especial a considerar que muitas das promessas, propostas e conquistas, anunciadas e badaladas, estão pela metade, são visíveis e estão espalhadas aos quatros cantos da cidade.

A contar pelo Parque dos Poderes, Parque das Nações Indígenas, Aquário do Pantanal, Centro de Belas Artes, Hospital Regional, Ginásio de Esportes do Guanandizão, Estádio do Morenão e Ginásio de Esportes Moreninho.

Terminal Rodoviário do Bairro Amambaí, Terminal Rodoviário do Bairro Cabreúva, várias Unidades Básicas de Saúde, CEINF, Escolas Municipais, asfaltos intermináveis, matos e ruas esburacadas.

Transporte Publico com ônibus deteriorados, passagem com preço exorbitante. Soma-se a esse a Coleta de lixo com dúvidas no processo de concessão.

Redes de drenagem e esgoto insuficiente. Minil anel rodoviário, fechamento de escolas e o descaso com servidores públicos.

Obras superfaturadas, além de escândalos, denúncias e prisões de coronéis da política que, até então, eram considerados “intocáveis” ou “imexíveis”.

Não menos importante a população padece pela qualidade dos serviços públicos a desejar. Principalmente a Saúde.

A bela e amada cidade morena está transformada num cemitérios de obras públicas e de almas humanas corrompidas pelo desejo do poder por poder, para simplesmente, ter.

RUI SPÍNOLA BARBOSA
67 9 9285 0838
DRT 1650

 

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