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A Última Ceia celebrada com os Discípulos – A Oração de Jesus no Jardim do Getsêmani e Sua Morte na Cruz

O traidor Judas Iscariotes ainda participou da última ceia com o Mestre Maior, tendo sido apontado como um diabo. Na quinta-feira, os preparativos para a Páscoa Judaica, ficando ali estabelecida a Última Ceia, em memória de Jesus. Aconteceu, então, a distribuição do pão e do vinho, símbolos muito fortes usados até os dias atuais em inúmeras denominações cristãs. No dia seguinte, antes de amanhecer sexta-feira, após o Mestre ser traído, Ele dirigiu-se ao Getsêmani para orar.

Últimos Dias – O dia 11 de nisã foi atarefado. Talvez tivesse sido na volta para Betânia, a fim de passar a noite, que Jesus dissera a Seus discípulos que dali a dois dias aconteceria a Páscoa, e o Filho do Homem seria entregue para ser morto na cruz.” No dia seguinte, quarta-feira, foi um dia tranquilo para Jesus e Seus discípulos. Os líderes religiosos queriam mata-lo, o que motivou Jesus a não aparecer em público no dia 12 de nisã. Ele não queria ser impedido de celebrar a Páscoa com Seus discípulos, o que aconteceu após o pôr do sol do dia seguinte, quando começa o dia 14 de nisã.

A Páscoa é uma das festividades mais importantes do calendário judaico, consistindo na celebração da fuga dos hebreus da escravidão no Egito guiados por Moisés. Moisés tentou convencer o faraó diversas vezes para que ele libertasse seu povo e, inclusive, alertou o governante que Deus lançaria dez pragas sobre o Egito caso ele não concordasse.

Jesus foi preso no jardim de Getsêmani e levado à casa de Anás, ex-sumo sacerdote. Foi realizado o primeiro interrogatório, e depois O conduziram manietado à casa de Caifás, sumo sacerdote em exercício, aguardando a reunião do Sinédrio, que era composto por todos os sumos sacerdotes, anciãos e escribas. Durante a sessão noturna foram atrás de testemunhas arranjadas, o que lhes deu muito trabalho porque as tais testemunhas se contradiziam e não chagavam a um acordo nos depoimentos. Depois humilharam Jesus com pancadas, cuspidas, injúrias e humilhações de toda ordem. Ao amanhecer, aconteceu uma nova reunião do Sinédrio com todos os  membros,que conclui por condenar Jesus de Nazaré à morte.

Os procedimentos não terminaram, e logo após o processo religioso, levaram Jesus à presença de Pilatos, o governador, cuja entrevista foi bem demorada. Primeiro houve uma reunião dos judeus com o procurador, na qual foram apresentadas as acusações contra Jesus. A seguir Pilatos fez um interrogatório secreto de Jesus, declarou Sua inocência, e ouviu novas e repetidas acusações da parte dos judeus. Para se livrar do imbróglio, Pilatos considerou Jesus inocente, mas resolveu remetê-lo a Herodes Antipas, governador na Galileia, por ser Jesus um galileu, ficando sujeito a esta jurisdição. Depois de ouvido por Herodes, Jesus foi mandado de volta para Pilatos. O governador romano, então, se deu ao trabalho de reunir novamente os sumos sacerdotes, os magistrados e o povo, e tendo outra vez, conversado com Jesus, submeteu-O à opinião popular: a libertação de Barrabás ou de Jesus. Pilatos estava preocupado com o recado que lhe mandara a sua esposa. Para que não fizesse nada com Jesus, pois ela teve fortes pesadelo por causa desse julgamento. Porém, diante da insistência da turba, Pilatos decidiu soltar Barrabás. Em seguida vieram a flagelação e a coroação de espinhos, bem como as últimas tentativas de Pilatos para libertar Jesus e, finalmente a sentença de condenação e a lenta caminhada até o calvário. Tudo isso aconteceu entre a noite de quinta-feira e o meio dia da sexta-feira.

Negação de Pedro – João é conhecido do sumo sacerdote, por isso o deixaram entrar no pátio da casa de Caifás. Pedro ficou junto à porta, do lado de fora, até João voltar e falar com a serva que tomava conta da porta. Então, Pedro foi autorizado a entrar. A noite estava fria, e os que estavam no pátio acenderam um braseiro. Pedro se sentou com eles para se aquecer enquanto esperava ‘para ver o que poderia acontecer’ com Jesus. A serva que deixou Pedro entrar conseguiu vê-lo melhor com a luz do fogo. Ela perguntou: “Você também não é um dos discípulos desse homem?” Ela não foi a única a reconhecer Pedro e acusá-lo de ter estado com Jesus. Isso deixou Pedro muito aborrecido. Ele estava tentando passar despercebido, até mesmo se retirando para a entrada do pátio. Então, Pedro nega que estava com Jesus, chegando a dizer: “Não O conheço nem sei do que você está falando.

 

 

 

 

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