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Percorria Jesus as cidades e aldeias – Convocação de Trabalhadores para a Seara Divina

Jesus nas suas caminhadas ensinava, pregava a palavra do Reino e curava as pessoas. Nesse contato, percebia que havia classes diferentes de ovelhas no meio da multidão. Algumas andavam cansadas, outras andavam desgarradas e ambas estavam como ovelhas sem pastor. E isso chamou a atenção de Jesus e Ele intimou os Seus discípulos e disse: “Rogai, pois, ao Senhor da Seara, que mande trabalhadores para a Sua Obra.”

Jesus contou que o dono de uma fazenda precisou contratar muitos trabalhadores para dar conta de uma grande empreitada em sua vinha. Então, ele sai para contratar pessoas e, lá pelas 7h da manhã encontra alguns homens que deverão trabalhar das 8h às 18h. Ele promete lhes pagar um denário ao final do dia.

Lá pelo meio-dia, o dono da vinha encontra mais alguns e combina o mesmo valor com eles, pelo trabalho das 13h às 18h. Às 15h, contrata mais alguns, para trabalharem das 17h às 18h, pelo mesmo valor combinados com os outros. No final do expediente, o dono da fazenda vai fazendo os pagamentos e aqueles trabalhadores que começaram a trabalhar mais cedo, o acusam de ser injusto, achando que ele deveria lhes pagar mais por terem trabalhado mais.

A expressão “Reino dos céus” é comum no Evangelho, referindo-se ao estado de plenitude espiritual, que será alcançado de forma ativa, perseverante e corajosa, jamais como concessão ou graça divina. O ser humano atingirá esse estado de perfeição por meio do conhecimento e da transformação moral, obtidos nas inúmeras etapas do plano espiritual.

“O pai de família é Deus; a vinha são todos os integram a humanidade; e o trabalho, a aquisição das virtudes que devem enobrecer as almas humanas. Para realizar esse desiderato, uns precisam de menos tempo, outros de mais, conforme cumpram, bem ou mal, os seus deveres. O prêmio, entretanto, é um só: a alegria, o gozo espiritual decorrente da própria evolução alcançada.”

A afirmativa, “sair de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha”, indica o supremo dinamismo do trabalho no bem, caracterizado por ser diligente e produtivo, não perde tempo e que começa cedo. Como é prioritário o progresso humano, Deus tem enviado ao Planeta muitos missionários, desde as eras mais remotas. A evolução espiritual é uma meta divina definida desde que ocorreu o processo de humanização do princípio inteligente, isto é, na “madrugada” da vida humana, quando tudo teve um começo.

A vinha é a própria humanidade, o grande campo de aprendizado que precisa evoluir, pelo trabalho subsistência e pelo trabalho espiritual, firmado nos testemunhos, sacrifícios e doações incessantes que assinalam a via de progresso dos povos e de cada indivíduo. Em outras palavras, designa o local dos serviços humanos e refere-se ao volume de obrigações que os aprendizes receberam do Mestre Divino.” A gerência divina, sempre atenta e atuante, sabe ajustar o trabalho em nível da conscientização e do entendimento do obreiro. Sendo assim, o Pai Celestial, o dono da Vinha, disponibiliza o serviço ao trabalhador, o local onde este deva atuar e, também, a forma e valor da remuneração.

Conclusão – A parábola nos mostra que há um plano diretor, sábio e inteligente, que define o processo evolutivo da humanidade. Nada é feito de improviso ou de forma eventual. Implica estudo, planejamento e estratégias seriamente estipulados, a fim de que o sucesso esteja assegurado. As oportunidades de melhoria espiritual são diuturnamente oferecidas pelo Criador Supremo, através de Jesus. Existe trabalho para todos porque o progresso é Lei Divina ou Natural, considerando outras características que fazem parte do processo evolutivo humano, claramente identificadas nesta parábola.

 

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