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Os pioneiros tiveram grande importância na História de Mundo Novo

Sem a participação dos pioneiros no limiar da história de Mundo Novo, não seríamos o que hoje somos e não teríamos o desenvolvimento que temos hoje. Desde a primeira família que adentrou as nossas matas no distante ano de 1953 até aqueles que vieram com o colonizador, e muitas outras depois disso. Todos, enfim, trouxeram na bagagem o desejo de construir uma nova terra, onde seus sonhos pudessem ser realizados. Foi assim pensando que, ano após ano, Mundo Novo ia se desenvolvendo e as construções eram feitas com o imenso desejo de prosperidade.

A maioria dos antigos, aqueles que deram a vida em favor de nosso progresso, já não vive mais entre nós. Os seus descendentes estão colhendo os frutos da semente plantada pelos antepassados. Os primeiros anos, entre 1953 3 1962, foram de lutas intermináveis, quando as dificuldades eram imensas. Não é tão fácil dimensionar como era a vida em Mundo Novo naquele tempo, mas havia em cada pessoa uma grande esperança de vencer.

João Germini Filho e a esposa Santina com família numerosa, viveram nesta terra dando a sua efetiva contribuição. A filha Isabel ainda vive entre nós e também os seus descendentes. A família Caburé criou raiz em Mundo Novo, sempre honrando o nome de Segismundo Lellis, que aqui chegou em 1954. O ano de 1955 foi marcante com a chegada de Oscar Zandavalli, que trazia inúmeras famílias num avião Teco-Teco para conhecer a região. João Marcelino e Leôncio Pereira Alves foram alguns deles.

Uma leva de bons pioneiros aportaram aqui no ano de 1956. Dentre tantos, podem ser lembrados: Arlindo José dos Santos, Sebastião de Carvalho, Antônio Sergipano, Cícero Marques Brandão, Justino José de Brito, Francisco “Cinta-Larga”, João Cunha Bueno, Sebastião Pinto, João Batista Tomazim, José Furtuoso, Saturnino dos Santos, Otávio Morais, Raimundo “Raimundão, Zé da Ilha e João Ferreira.  E continua a saga em 1957, com as famílias de José Pereira Mesquita, Miguel Belizário da Silva, Sinéis Dias, Diocleciano Alves e Manoel Alexandre.

O ano de 1958 foi importante para o aumento populacional da nova cidade. Chegou a numerosa família de Otaviano Corrêa de Souza; outra grande família, os Santos, a família Feitosa, José Maria Branco, Antônio Lopes e Gentil Zandavalli; Vilarino Jorge, Juscelino Braz, Clemente Santana, José Augusto, Antônio Mendes e Augusto José da Silva.

No ano de 1959 chegaram os pioneiros Antônio Justo de Melo, Lindolfo de Almeida Pina, José Correia, Maria dos Anjos Oliveira, Manoel Francisco de Oliveira e Rosinha Barbosa. Em 1960, aportaram Rosa Ferreira Lima, Ermínio David dos Santos, Verônica Pereira de Lima com os filhos Daudt e Maraca, dentre outros. Na sequência, os orincipais pioneiros de 1961, são João Francisco de Oliveira e Ermelino Pereira. Finalmente, para completar o ciclo de dez anos de pioneirismo, eles completam a lista em 1962: Ana Teixeira Barbosa, Silvino de Oliveira Ramos, Santo Soares de Oliveira, Francisco Gonçalves, Emílio Neri de Souza, Olímpio Carneiro de Lima e Manoel Dantas.

 

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