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Mulheres integrantes de facção filmam execução de jovem em Boa Vista

Crime ocorreu na terça (12). Corpo da vítima ainda não foi encontrado. Grupo também é responsável pelo homicídio de outra jovem de facção rival.

Sete mulheres, entre elas uma garota de 14 anos, e um homem de 18 anos são responsáveis pelo crime, conforme a polícia. Todos já tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Duas suspeitas foram presas na noite dessa quarta (13) e confessaram o crime. São elas Jessica Pereira de Lima, de 23 anos, e Kathely Mariane da Silva Rabelo. Os demais continuam foragidos. A maioria dos envolvidos já possui passagem pela polícia e fazem parte de uma facção criminosa.

Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram sequestradas na segunda (11) e executadas na madrugada da terça.

O corpo de uma das vítimas foi localizado na terça em Boa Vista. Ela foi identificada como Dayane Cardoso Oliveira, de 20 anos. A jovem foi morta com pelo menos oito tiros de arma de fogo. O corpo da vítima morta a facadas ainda não foi encontrado e ela não foi identificada.

Em um vídeo encontrado pela polícia no celular de duas das suspeitas é mostrado o momento do assassinato brutal da vítima que está desaparecida.

As imagens gravadas pelo grupo mostram as criminosas colocando um pano na boca da vítima, que está de joelho. Em seguida ela é derrubada no chão e duas mulheres começam a esfaqueá-la dezenas de vezes nas costas. Uma da suspeitas corta o pescoço da garota.

Durante toda a ação as criminosas usavam luvas. O vídeo dura menos de um minuto. O crime ocorre de noite em um local de mata.

Imagem das vítimas foram encontradas no celular das suspeitas presas (Foto: Polícia Civil/Divulgação)Imagem das vítimas foram encontradas no celular das suspeitas presas (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Imagem das vítimas foram encontradas no celular das suspeitas presas (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Todos os envolvidos irão responder pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver. Eles também serão indiciados por serem integrantes de facções criminosas, segundo Míriam.

G1

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