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Traficante carioca usava documento falso e ficava 6 meses em cada lugar

O criminoso brasileiro Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, um dos traficantes mais procurados do Brasil, preso hoje (13) em Encarnación, no Paraguai, usava documento falso em nome de Marcos Lopes Correia. Ele tinha um RG brasileiro e documentos emitidos no Paraguai. Além disso, nos cinco anos em que passou escondido no Paraguai se mudava a cada seis meses, para não ser monitorado.

No imóvel onde o traficante carioca foi preso, agentes da Polícia Federal brasileira apreenderam três documentos com o nome falso: uma identidade brasileira, outra paraguaia e uma carteira de habilitação paraguaia.

Na casa também foram encontradas duas pistolas, seis carregadores e U$ 10 mil. Segundo policiais cariocas que acompanharam a operação, Piloto tinha alugado o imóvel há de seis meses. Antes de mudar para Encarnación, morou em Ciudad del Este.

Três brasileiras foram encontradas na casa com Marcelo Piloto. Uma dormia no quarto com ele quando os policiais chegaram. Uma delas, identificada como Raquel de Souza Moraes, é procurada no Brasil por associação para o tráfico. Segundo os policiais brasileiros, as três foram de ônibus do Rio de Janeiro até Foz de Iguaçu (PR) e depois chegaram a Encarnación de táxi.

Segundo a Polícia Civil do Rio, Marcelo Piloto vive no Paraguai há cinco anos. Em 2012, quando as forças de segurança ocuparam a favela de Manguinhos, onde Piloto chefiava o tráfico, ele fugiu para o Paraguai, onde assumiu a remessa de drogas e armas para o Comando Vermelho.

Marcelo Piloto foi preso em operação envolvendo policiais brasileiros, a Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) paraguaia e a DEA, agência de combate às drogas dos Estados Unidos.

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